Papa Francisco

Francisco lembra «escravos» do dinheiro e vítimas da injustiça

Papa Francisco

O Papa Francisco deixou hoje no Vaticano um apelo em favor das pessoas atingidas por injustiças e desafiou os católicos a serem “testemunhas” da misericórdia de Deus em todas as situações.

“Muitas situações exigem o nosso testemunho consolador. Ser pessoas alegres, consoladoras. Penso nos que são oprimidos pelos sofrimentos, injustiças e exploração; aos que são escravos do dinheiro, do poder, do sucesso, da mundanidade: pobrezinhos, têm consolações enganadoras, não a consolação do Senhor”, disse, antes da recitação da oração do ângelus na Praça de São Pedro.

Papa Francisco assegura empenho na busca da unidade com os Ortodoxos

Papa Francisco - Turquia

Neste último dia da sua viagem apostólica à Turquia, o Papa Francisco esteve presente, na igreja patriarcal de São Jorge, em Istambul, à solene Divina Liturgia da festa de Santo André, presidida pelo Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I. Uma celebração quase inteiramente cantada, segundo a rica tradição comum a todas as Igrejas de tradição bizantina (ortodoxas e católicas) da Grécia, do Médio Oriente, do Leste europeu e mesmo do sul da Itália. 

Homilia do Papa Francisco na Catedral do Espírito Santo em Istambul – 29 novembro 2014

Papa Francisco - Turquia

No Evangelho, ao homem sedento de salvação, Jesus apresenta-Se como a fonte onde saciar a sede, a rocha da qual o Pai faz brotar rios de água viva para todos os que crêem n'Ele (cf. Jo 7, 38). Com esta profecia, proclamada publicamente em Jerusalém, Jesus preanuncia o dom do Espírito Santo que os seus discípulos hão-de receber após a sua glorificação, isto é, depois da sua morte e ressurreição (cf. v. 39)

Como voltar a dar esperança no futuro

Papa Francisco

«Como voltar a dar esperança no futuro?» perguntou em voz alta o Papa Francisco aos membros do Parlamento europeu reunidos no hemiciclo do palácio de Estrasburgo. E sobre esta pergunta, crucial para o destino de um continente ferido pela crise e fechado em si mesmo sob o peso do medo e do pessimismo, pronunciou um discurso lúcido e incisivo, capaz de indicar perspectivas novas a uma terra cuja história – recordou - «em grande parte ainda deve ser escrita».

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