Para Refletir

Estado…anónimo, totalitário e amoral

Estado…anónimo, totalitário e amoral

Nos tempos mais recentes parece que voltou à discussão pública – senão clara ao menos tácita – a questão do Estado e dos seus poderes e afazeres… desde as questões de ensino até à economia, passando pelos direitos à saúde, à segurança (social, da ordem ou nacional), ao trabalho e impostos, às questões de transportes e aos problemas éticos/morais… Em tudo isto o Estado – anónimo, totalitário e amoral – pretende ter algo a dizer ou a decidir… mesmo que seja de forma mais ou menos ideológica.

A ALEGRIA DO AMOR

O Papa Francisco convida à leitura da sua Exortação Apostólica Amoris Laetitia de uma forma paciente e não apressada. Na verdade, a multiplicidade de temas nela abordados, desde o amor e o diálogo no casal, às crises matrimoniais, à fecundidade e à educação, já levou a qualificar este documento como “enciclopédia” da família.

Urge vitaminar este mundo desvitaminado

1.Alguém, neste momento, está em condições de perceber o que se passa no mundo?
Quando olhamos para o mundo sentimos que não é só Deus que está marcado pelo mistério. O nosso mundo também parece estar totalmente ungido por um grande mistério.

2.Há uma diferença, porém. Enquanto em Deus a categoria «mistério» evoca a Sua identidade, no mundo certifica sobretudo a nossa incapacidade.

Que felicidade entre os adolescentes?

Um estudo de âmbito mundial, envolvendo mais de 200 mil jovens, em 42 países da Europa e da América do Norte, revela que o fumo, o álcool, questões de saúde (obesidade e excesso de peso), problemas de desigualdade em razão do sexo… são questões de teor geral, enquanto nos rapazes se nota alguma propensão para brigas e consequentes lesões e nas raparigas revela-se alguma tendência a começarem a beber e a fumar cada vez mais cedo… Embora estes estudos sejam algo generalistas, neles podemos encontrar aspetos e vertentes que revelam por onde anda o nosso futuro humano e cultural, na medida em q

Sobre a morte assistida

Antigo na sociedade portuguesa, o tema da eutanásia voltou à ribalta com a publicação de um manifesto cívico assinado por 112 personalidades das mais variadas áreas da sociedade em defesa da despenalização da morte assistida. Logo, depois, mais de 5.000 pessoas assinaram uma petição no sentido da despenalização, o que obriga à sua discussão em plenário do Parlamento.

À consideração dos pais

O texto, transcrito a seguir, foi publicado recentemente por ocasião da morte estúpida de Tarcila Gusmão e Maria Eduarda Dourado, ambas de 16 anos, em Maracaípe – Porto de Galinhas. Depois de 13 dias desaparecidas, as mães revelaram desconhecer para onde as filhas tinham ido ido curtir o fim de semana. A tragédia abalou a opinião pública e o Médico Psiquiatra, Dr. Carlos Hecktheuer, publicou este texto:

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